Meu casamento completa hoje sete meses de vida. Chamo de vida porque, em minha opinião, o casamento é sim, uma referência de vida. Nasce, cresce, reproduz e morre. Sim, morre. Ou acaba porque a relação chegou ao fim ou porque um dos companheiros morre e faz prevalecer o bom e velho “até que a morte os separe”.
Não à toa, casamento se escreve com “C”. Eu tenho uma teoria que para um casamento ter sucesso (e isso parece até título de livro de auto-ajuda) é preciso seguir a tese dos cinco “Cs”. Confiança, carinho, cumplicidade, companheirismo e concessão.
Quando me refiro a confiança, penso que ela é a base de qualquer relacionamento. Seja no casamento, na família, no trabalho, seja lá aonde for. Como diz uma boa e velha piada, confiança é igual a virgindade; ou você tem ou não tem. E acho que de todos esses “Cs”, confiança é o fio condutor do casamento. E confiança não se pede, nem se compra. Confiança se conquista. O tempo é indefinido e depende da forma como você age com seu companheiro para que ele consiga ter a sensação e a convicção de que pode confiar em você.
Se o casamento fosse um prato, carinho seria, sem dúvida, seu principal tempero. Dar carinho, receber carinho, demonstrar carinho publicamente e entre quatro paredes. Porções de carinho salpicadas no dia a dia tornam o casamento mais leve, mais gostoso e até mais divertido. E como todo condimento, é preciso utilizar a dosagem na medida certa. Eis o grande desafio: o ponto de equilíbrio. Não pode faltar nem tampouco passar do limite.
Cumplicidade é quando o casal já alcançou o grau de telepatia. É quando você senta à mesa para tomar o café da manhã e já sabe no que o companheiro está pensando ou vai dizer naquele momento. Cumplicidade é acertar naquele presente que você tem certeza que ele ou ela vão gostar porque é exatamente daquilo que estavam precisando naquele momento. Cumplicidade é quando duas cabeças pensam melhor que uma.
Companheirismo é planejar junto. É quando a soma de um mais um é igual a um. É sonhar junto e não mais individualmente. Companheirismo é guardar cada centavo para trocar de carro e sair da concessionária de sorriso largo. Companheirismo é confortar a família dele ou dela e agregá-la a sua para ganhar não uma sogra e um sogro, e sim, mais uma mãe e outro pai. Companheirismo é fazer o almoço do domingo, chamar toda essa gente e ir dormir cheio de felicidade.
E por fim, concessão. Casamento é concessão. Esqueça sua vida de solteiro, esqueça pensar e planejar sozinho, dê um tempo no amor próprio e reduza a marcha da autoestima. Calma, concessão não quer dizer anulação. Nada disso e longe disso. Mas concessão quer dizer colocar-se no lugar do outro, respeitar a opinião do outro, abrir a mente para mudar de opinião e aceitar novas possibilidades. Concessão é abrir mão de ser singular para se transformar em plural.
Se ao ler esse texto você identificou-se com uma ou mais características, penso que estamos no caminho certo. Mas, se você não enxerga identifica isso em seu relacionamento ou mesmo não acredita que isso seja possível, de duas uma, ou você nasceu pra ser solteiro ou está com a pessoa errada. Seja lá qual for a opção, seja feliz. Casado ou solteiro.
Não à toa, casamento se escreve com “C”. Eu tenho uma teoria que para um casamento ter sucesso (e isso parece até título de livro de auto-ajuda) é preciso seguir a tese dos cinco “Cs”. Confiança, carinho, cumplicidade, companheirismo e concessão.
Quando me refiro a confiança, penso que ela é a base de qualquer relacionamento. Seja no casamento, na família, no trabalho, seja lá aonde for. Como diz uma boa e velha piada, confiança é igual a virgindade; ou você tem ou não tem. E acho que de todos esses “Cs”, confiança é o fio condutor do casamento. E confiança não se pede, nem se compra. Confiança se conquista. O tempo é indefinido e depende da forma como você age com seu companheiro para que ele consiga ter a sensação e a convicção de que pode confiar em você.
Se o casamento fosse um prato, carinho seria, sem dúvida, seu principal tempero. Dar carinho, receber carinho, demonstrar carinho publicamente e entre quatro paredes. Porções de carinho salpicadas no dia a dia tornam o casamento mais leve, mais gostoso e até mais divertido. E como todo condimento, é preciso utilizar a dosagem na medida certa. Eis o grande desafio: o ponto de equilíbrio. Não pode faltar nem tampouco passar do limite.
Cumplicidade é quando o casal já alcançou o grau de telepatia. É quando você senta à mesa para tomar o café da manhã e já sabe no que o companheiro está pensando ou vai dizer naquele momento. Cumplicidade é acertar naquele presente que você tem certeza que ele ou ela vão gostar porque é exatamente daquilo que estavam precisando naquele momento. Cumplicidade é quando duas cabeças pensam melhor que uma.
Companheirismo é planejar junto. É quando a soma de um mais um é igual a um. É sonhar junto e não mais individualmente. Companheirismo é guardar cada centavo para trocar de carro e sair da concessionária de sorriso largo. Companheirismo é confortar a família dele ou dela e agregá-la a sua para ganhar não uma sogra e um sogro, e sim, mais uma mãe e outro pai. Companheirismo é fazer o almoço do domingo, chamar toda essa gente e ir dormir cheio de felicidade.
E por fim, concessão. Casamento é concessão. Esqueça sua vida de solteiro, esqueça pensar e planejar sozinho, dê um tempo no amor próprio e reduza a marcha da autoestima. Calma, concessão não quer dizer anulação. Nada disso e longe disso. Mas concessão quer dizer colocar-se no lugar do outro, respeitar a opinião do outro, abrir a mente para mudar de opinião e aceitar novas possibilidades. Concessão é abrir mão de ser singular para se transformar em plural.
Se ao ler esse texto você identificou-se com uma ou mais características, penso que estamos no caminho certo. Mas, se você não enxerga identifica isso em seu relacionamento ou mesmo não acredita que isso seja possível, de duas uma, ou você nasceu pra ser solteiro ou está com a pessoa errada. Seja lá qual for a opção, seja feliz. Casado ou solteiro.
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