jornalista, trinta e quatro. antenado, porém não rastreado por satélite, ainda que me chamem de GPS. homem de poucas palavras. prefiro escrever a dizer. às vezes pouco, às vezes muito; por muito, apenas, ponto. sem vírgula, tampouco exclamação, por muito, sou mais é interrogação.
gosto de estudar e "tô tentando" gerundicamente praticar esse esporte cada vez mais. lendo um livro, tocando uma música, praticando a dança; ora por diversão ora por ocasião. As boas da vez agora são curso de teatro e a formação de uma banda. no que isso vai dar? já deu. tesão. muito tesão!
pra desligar do mundo e gastar a vida, viajar. pra praia, de preferência. quando não der, pode ser na maionese mesmo. pegar muita estrada, dirigir bastante ouvindo música bem alto e ir além do horizonte...longe, perto, aqui ou acolá é bom voltar com o carro cheio de areia no assoalho, com a pele ardendo do sol, o gosto do sal na boca e a lembrança das estrelas refletidas no mar.
fora da estrada a cozinha é lar. laboratório de criação de novos pratos. com muito e com pouco. recheados com novas e mirabolantes idéias, temperadas com versatilidade e criatividade.
animal é o bicho. e prefiro cachorro. pra au, au, aucordar nas manhãs sem graça de céu cinza. pra me fazer rir sem cobrar, pra me acompanhar.
mergulhador nato. nas piscinas do amor, da família, do trabalho e dos amigos. mergulhador de cabeça, do mais alto trampolim. que relaxa com a água quentinha e pula fora quando ela esfria. e se for preciso, "deixa o verão pra mais tarde".
por hoje é só. tem, mas acabou. mais tarde, um plus a mais adicional.
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